domingo, 1 de março de 2009

Simples e didático (para a vida e para o coração)

Nem tudo é tão simples de se explicar e eu gostaria de ser mais criativa, não sendo tão clichê para certos assuntos.
Outro dia me peguei pensando sobre "o amor"
Uns dizem: "O amor é lindo"
Tá ai: alguém já viu o amor pessoalmente?
Eu o sinto de várias maneiras e por diferentes pessoas em diferentes proporções, mais não sei descrever como esse tal de sr. Amor é fisicamente.
Ele tem quanto de altura? Quanto pesa? Cor dos olhos? Loiro, moreno, careca ou cabeludo? Lindo por que? E se fosse feio? Ele pode ser só legal, o que importa é o interior não é?
(eu nem sei se é feminino ou masculino!)



Já outros gostam de rimar e dizem: "O amor é uma dor"
Mas como assim? Que tipo de dor? Dor aonde? Dói mais que cólica? Mais que saudade? Mais que apanhar de cinta? Afinal o amor vem e te espanca? (ele deve ser forte)
E se é uma dor já não é mais lindo certo?
Também ouvi: "O amor é uma piada"
Pronto, estão me fazendo de besta, só pode ser: de lindo começou a doer e agora faz dar risada? Mas até que ponto é engraçado e porque? A piada dele é de pontinhos, de sacanagem ou de português?

Ahh quase me esqueci dessa: "O amor é cego"
Realmente é complicado: ele era lindo, virou doído, fez dar risada e depois ficou CEGO?
Era de genética? Cataratas, miopia muito forte ou sei lá mais o que?

E essas: "O amor é um problema" e "O amor é a solução"

(???????????????????????????????)

É como se dessem a pergunta e em seguida a resposta! Nem deu tempo de começar a fazer as contas para resolver esse tal problema.

Tá certo acho melhor nem comentar mais nada...


É simples e didático: NÃO TENTE DEFINI-LO, BASTA SENTI-LO!

Onde foi parar a noite?

Mas será possível? Onde foi parar a noite? Tudo começou com um risquinho claro lá na frente (mas bem lá na frente mesmo!), depois começaram a aparecer umas estranhas formas, nuvens que me lembravam elefantes, eles traziam em suas costas algumas cores de dia. O risquinho se transformou em um forte vermelho que se diluía em laranja (beeem forte!), e inexplicavelmente os dois de repente já eram um grande clarão amarelo. Quando eu olhei para trás: a noite tinha sumido e levado com ela as estrelas. Eu achei que não ia conseguir ver mas lá estava: a bola de fogo acompanhada pelos seus três raios de luz que clareavam as nuvens e davam forma ao dia. Em seguida senti a brisa e o som do mar e pronto: já era dia, e era o último de 2008. PS: Eu já sentia o calor (e a energia) desses primeiros raios solares.


Procura-se um Título (perfeito)

A respeito do título: Eu gosto de ter grandes títulos, pois eles definem o leitor. Tem que ser direto, e ao mesmo tempo deixar uma pontinha de curiosidade. Não pode ser estrela, para não chamar mais atenção do que o próprio texto. Tímido também não serve, para não passar despercebido. Pode incomodar, (mas só um pouco) para levantar grandes questões. Pode beber mas moderadamente, pode namorar mas tem que ser fiél. Gostaria que fosse engraçado, mas sem tirar a seriedade. E tem que ser sincero e original.